12.5.08

Entre sombras, paredes e túneis, a arte urbana continua a encher de vida o maior museu do mundo: a rua. A partir de 20 de Maio pelas 22H00 - ARTB_UNKER, exposição que propõe novos territórios para esta forma de arte, arrisca o improvável: dar um tecto à street art.

Três andares de escadaria numa galeria lisboeta serão bombardeados em onze intervenções por:


Dheo [www.mrdheo.com]
Hesp [www.fotolog.com/violenza_al_mano]
Leonor Morais [www.leonormorais.com]
Oker [www.fotolog.com/oker_one]
Fidel [www.fotolog.com/dzginlog]
Klit [www.fotolog.com/klit]
Blak\Blok [www.blakblok.net]
6 Letter Word [www.sixletterword.net]
From The Cave [www.myspace.com/fromthecave]
Jucapinga [www.jucapinga.com]
Herbert Baglione [www.herbert.ind.br].

Criando obras evocativas de universos tão distintos quanto o design, o stencil e a ilustração. X-actos, latas, caps e quatro paredes dão cor(po)ao manifesto ARTB_KER.

Munição musical a cargo de DJ Ride. Beats, arte, scratch & cap.

TransBoavista VPF Art / Plataforma Revólver - rua da Boavista, 84 (3 andares de escadas) - Lisboa T: +351 213433259 - patente até 12 de Junho.

 

 

 

link do postPor siri, às 21:16  comentar

27.4.08






Não tolero gente que literalmente respira sobre o meu ombro quando trabalho - seja no que for.
Admiro-me portanto, com a aparente indiferença de quem se vê envolto num verdadeiro corrupio de gente, como um verdadeiro enxame desconcertante de abelhas. De quem se vê envolto num ruído e movimentação que para mim, torna-se em pouco tempo, quase insuportável.

Não será então de estranhar que alguns, depois dos cumprimentos do costume aos 1300 presentes, estes se "fechem" no seu mundo com ajuda de um Ipod, enquanto um terceiro elemento prepara o equipamento fotográfico, mantendo a devida reserva: nada de "cadeirinhas" de praia, nem de multidão amiga.
São opções.

Por respeito, acredito que o impacto da nossa presença deva ser mínimo.

Acredito que só assim se reúnam as condições básicas para que o resultado final seja por excelência o melhor.

Opiniões.



link do postPor siri, às 14:55  comentar

7.6.07

 

O Museu de Arte Antiga, em Lisboa, está a organizar o seu ciclo de conferências em torno do tema "ARTE & PAISAGEM".

 

No dia 14 de Junho, às 18h30 terá lugar a conferência sobre "Paisagem Urbana Contemporânea", presidido pelo Arquitecto Manuel Graças Dias.

 

 

link do postPor siri, às 17:36  comentar

 

 

 

 

 

Puro divertimento.

 

/From: KOLLABORATION

 

link do postPor siri, às 13:24  comentar

18.5.07

 

 

edição online: Público.PT

 

»»»

18.05.2007
Esta manhã, dez museus de Lisboa devem ter acordado com vizinhança nova. E efémera. Dez protagonistas da street art portuguesa criaram graffiti, ilustração e stencil para assinalar o Dia Internacional dos Museus com uma experiência de contraste. As dez obras estão desde esta madrugada junto a museus como a Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva e não ficarão por lá por muito tempo. O objectivo: levantar o debate sobre a rua como um museu e sobre o contraste (ou talvez não) da arte de rua e da arte consagrada pelas instituições. É a primeira edição do Red Bull Street Gallery , uma iniciativa que pretende ser "um evento credível e inovador de arte urbana" em Portugal, conforme descreve Miguel Silva, o responsável pela gestão de marketing cultural da marca. As mostras convencionais de arte urbana passam normalmente, explicou ao P2 , pelo convite a alguns artistas para pintar um mural e funcionam como uma demonstração.

 

A Street Gallery quer pôr a arte de rua do graffiti (pintura com spray), do paste-up (baseado em papel), dos stickers (autocolantes), da pintura e ilustração frente-a-frente com os objectos integrados nos museus. "Não há melhor data para levantar este debate do que o Dia dos Museus", diz Miguel Silva. Amanhã, os trabalhos, todos em base de papel de grandes dimensões e afixados nas zonas envolventes dos dez museus, serão retirados, para "preservar os espaços de intervenção" mas "alimentando o sonho de transformar as ruas em galerias de arte", como indica o comunicado da iniciativa. Uma espécie de "se não se pode vencê-los, justapõe-se-lhes".


A necessidade de gerar este confronto e este debate surge do contexto internacional, em que este tipo de arte é "sustentado, existe em museus e galerias" e em que os autores "não são vistos como artistas marginais, que só pintam à noite e fogem à polícia", acrescenta Miguel Silva. "Neste século XXI, o espaço urbano é, em si mesmo, o espaço museológico por excelência", postula Miguel Moore , director de arte da Street Gallery . As obras estão hoje junto ao Centro de Arte Moderna, à Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, à Fundação Vieira da Silva, ao Museu de Arte Antiga, ao Museu de Arte Popular, ao Museu de Arte Sacra, ao Museu da Marioneta, ao futuro Museu da Moda e Design e à Casa Museu Fundação Medeiros e Almeida.

 

A organização explica que não está propriamente preocupada com a criação de um circuito de visita às obras. "A própria linguagem (da arte de rua) passa pelo confronto pontual" com ela e por isso o que se busca é a espontaneidade.

Joana Amaral Cardoso

««««


 

 


7.5.07

"Há dias, fui à esquadra por causa de um problema e, quando disse ao polícia que fazia graffiti ele quis saber mais coisas. Viu o meu portfolio e depois pediu-me um orçamento para lhe pintar uma parede de um quarto."  (...)

 

Para todo o artigo, seguir este link.

 


20.4.07

Georden, (ao contrário do SUBURBE) é um dos espaços que se dedica, entre outras, a pensar e a debater a temática intervenção urbana (qualquer que seja). 

Deixou há tempos um breve, mas claro glossário, sobre o mundo graffiti: aqui o artigo completo


Bomber - Graffiter que pratica bombing .
Bombing - Graffitis que se realizam rapidamente, pouco adornados e com letras pouco elaboradas.
Crew - Conjunto de graffiters que usualmente pintam juntos, existindo nos seus trabalhos uma assinatura ou sigla que identifica esse colectivo.
Graffiti - O mesmo que writing . Componente visual (plástica) da cultura hip-hop.
King - Graffiter experiente, com muitos skills e grande número de trabalhos realizados. O contrário de toy .
Toy - Graffiter inexperiente. O contrário de king.
Wall of Fame - Muro de grandes dimensões pintado com uma sequência longa de pieces .
Writer - O mesmo que Graffiter
Writing - O mesmo que graffiti

 

 Glossário SUBURBE:

Mijadores de paredes - todo aquele que indiscriminadamente dedica-se a conspurcar as paredes, sinais ou qualquer outro suporte público ou privado.

 


""Afinal, o objectivo primordial do grafitti é "ter um estilo", explica "Biph". "Não um estilo em vão, mas um estilo pessoal que se reflecte naquilo que se faz", "Odd", por seu lado, define o graffiti como uma "motivação" para "melhorar os espaços degradados das cidades" e "personalizar o espaço que nos rodeia".

Então, porque razão proliferam mais 'tags' (vistos pela maioria das pessoas como apenas rabiscos) do que pinturas que acrescentem forma e cor à paisagem urbana? "As pessoas hoje em dia têm falta de senso comum e abusam do seu poder, neste caso do poder de transmissão de uma mensagem" explica Biph. ""

/in A Página


... e ponto final.
A linha que separa a intervenção urbana do mero ruído visual é muito ténue.
Deveria caber a cada uma das partes distingui-las e lançar o diálogo. Acreditamos que só assim se evita um mal maior, possibilitando também o desenvolvimento e evolução desta área (seja ela pintura mural ou qualquer outro tipo de expressão).
Estas considerações são de mero foro pessoal.



3.1.07

O projecto:
O projecto Suburbe não surge para relançar a discussão ou desmistificar o conceito do Garffiti e restante cultura/ intervenção urbana. Pretendemos, numa visão pessoal, explorar novas possibilidades fotográficas e expor do que de melhor ou mais curioso se faz nesta área artística urbana (na qual tropeçamos diariamente). 
Esperamos que a nossa intenção de dignificar esta arte seja alcançada e que não nos tornemos em meras fotógrafas de paredes....

Duas lentes, duas visões, lugares diferentes.
Siri
Formiguinha do
Formiguinha Atómica


Podem contactar-nos através do sokedih [at] gmail.com


Informação sobre o Graffiti europeu. (tradução livre)


Speerstra – Graffiti and Comteporanry Art: http://www.speerstra.net

O fenómeno graffiti
O fenómeno que podemos observar actualmente e por todo o mundo chama-se Graffiti. Todo começou em Filadélfia na Pennsylvanie no final dos anos 60 com graffiters como o Cornbread e Cool Earl. O movimento graffiti expandiu-se rapidamente por toda Nova Iorque. Milhares de nomes pintados à bomba foram surgindo em construções, marcos dos correios, cabines telefónicas, túneis, autocarros e finalmente nas carruagens do metro.

Os tags de Taki 183 eram visíveis por toda Nova Iorque, foi entrevistado pela Nova Iorque Times em 1971. Demetrius o seu verdadeiro nome e de origem grega, 183 era o número da rua onde vivia. O seu trabalho de estafeta permitiu-lhe inscrever o seu nome por toda a parte durante as suas horas de trabalho. Outros graffiters conhecidos nessa altura eram: Joe 136, Barbara and Eva 62, Eel 159, Yank 135, Julio 204, Frank 207...

A cultura Hip Hop nos Estados Unidos e na Europa
A cultura Hip Hop , muito popular nos Estados Unidos, começou a desenvolver-se na Europa no início dos anos 80. Planet Rock" por Afrika Bambaataa tornou-se um hit planetário, os graffiters New-Yorkais foram convidados a expôr o seu trabalho nas galerias de arte europeias e os Breakdancers Rock Steady Crew iniciaram a sua torné O Hip Hop e graffiti eram amplamente difundidos nos meios de comunicação social. Graffiti aparecia regularmente em video-clips e livros. Filmes como "Style Wars " Tony Silver e Henry Chalfant e "Wild style " de Charlie Ahearn descrevem o movimento graffiti.

Os jovens artistas graffiters tais como Zephyr , Dondi White , Lee e Seen são considerados como estrelas de rock da cena ascendente do Hip Hop europeu.

O livro de Henry Chalfant e Martha Cooper intitulado Subway Art " rapidamente tornaram-se na Bíblia do Graffiti para os jovens graffiters e b-boys de Los Angeles a Amsterdão . O segundo livro de Chalfant , saído em 1987 e intitulado Spraycan Arte", documenta o graffiti nos muros por todo o mundo.

link do postPor siri, às 12:01  comentar

The project:


The Suburbe's project didn’t appear to relaunch the quarrel or to demystify the Graffiti concept or cultural/ urban intervention. We intend to give our personal vision and develop new photographic possibilities by presenting what better is made in this artistic field (which we stumble daily).
In a dignificador and pleasant format for who sees it, we hope that our intention is reached and also not to become in a bunch of monotonous wall’s photographers...

Two cameras, two visions, different places
Siri
Formiguinha from
Formiguinha Atómica

Feel free to contact us: sokedih [at] gmail.com



Information about European Graffiti

Speerstra – Graffiti and Comteporanry Art: http://www.speerstra.net/

Le phénomène Graffiti
Le phénomène que nous pouvons observer aujourd'hui et partout dans le monde s'appelle le Graffiti. Tout a commencé à Philadelphie en Pennsylvanie à la de la fin des années 60 avec des graffeurs comme Cornbread et Cool Earl. Le mouvement graffiti a très vite pris de l'ampleur à New York. Des milliers de noms peints à la bombe firent leur apparition sur les bâtiments, boîtes aux lettres, cabines téléphoniques, tunnels, bus et finalement sur les rames du métro.

Les tags de Taki 183 étaient visibles dans tout New York, Interviewé par le New York Times en 1971. Demetrius de son vrai nom et d'origine grecque, 183 était le numéro de la rue où il vivait. Son travail de coursier lui permit d'inscrire son nom partout pendant ses heures de travail. D'autres graffeurs connus de cette période étaient : Joe 136, Barbara and Eva 62, Eel 159, Yank 135, Julio 204, Frank 207…

La culture Hip Hop aux Etats-Unis et en Europe
La culture Hip Hop était devenue très populaire aux États-Unis et commençait à se développer en Europe au début des années 80. "Planet Rock" par Afrika Bambaataa devint un hit planétaire, les graffeurs New-Yorkais furent invités à exposer leur travail dans les galeries d'art européennes et les Breakdancers du Rock Steady Crew débutèrent leur tournée. Le Hip Hop et le graffiti etaient largement diffusés à travers les médias. Le graffiti apparaissait régulièrement dans les clips vidéos et les livres. Des Films comme "Style Wars" de Tony Silver et Henry Chalfant et "Wild style" de Charlie Ahearn décrivent le mouvement graffiti.

De jeunes artistes graffiti comme Zephyr, Dondi White, Lee et Seen sont considérés comme des rock stars par la scène montante du Hip Hop européen.


Le livre de Henry Chalfant et Martha Cooper intitulé "Subway Art" devenait rapidement la bible du graffiti pour les jeunes graffeurs et b-boys de Los Angeles à Amsterdam. Le second livre de Chalfant, sorti en 1987 et intitulé "Spraycan Art", documentait le graffiti sur murs à travers le monde.

link do postPor siri, às 12:00  comentar




O Suburbe não surge para relançar a discussão ou desmistificar o conceito de cultura/ intervenção urbana.

Somos autoras das fotografias não das intervenções.

Isto é um blog, logo, as impressões eventualmente espelhadas são pessoais.


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